O Queiroz Costa - Escritório de Arte mantém um acervo criteriosamente selecionado com obras dos mais variados estilos, estando apto a atender a todos com a filosofia máxima de intermediar o comércio de obras de arte dentro de um preço justo, tanto para quem vende como para quem adquire, além de uma preocupação constante com a divulgação da arte e de seus expoentes.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
"O Grito", de Munch, é vendido por valor recorde de US$ 120 milhões
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Matisse em Paris
Fonte: http://www.estadao.com.br/
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Onde Andará Petrucio Felker? - A arte contemporânea desvendada...
Onde Andará Petrucio Felker?
Uma sensacional animação de Allan Sieber com as vozes de Paulo Cesar Pereio, Paulo Bett e, Regina Casé.
Para quem não entende bulhufas de arte contemporânea... Simplesmente hilário...
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Masp exibe restauração de quadro do francês Poussin
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Explosão de cores - Stênio Burgos
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Mercado de arte migra para a internet com galerias virtuais
Está mais elástico, e mais cheio de pixels, o cubo branco. Na esteira do crescimento do mercado de arte, que viu galerias brasileiras ganharem peso internacional, galeristas põem obras à venda na internet.
Focados em nichos diferentes de mercado, sites como o Invest.art e a Galeria Magenta estão no ar há cerca de dois meses. Juntos, vendem obras originais de mais de 20 artistas e planejam ampliar esse quadro.
Antecipando a concorrência, galerias tradicionais aumentam a presença no mercado on-line. As paulistanas Casa Triângulo e Nara Roesler, por exemplo, estudam abrir um braço de vendas dentro de mercados virtuais como o Submarino. Outras, como a Virgílio e a carioca Novembro Arte Contemporânea, já estão até no Facebook.
Outro braço do mercado também já está on-line: o site InArts cuida do licenciamento de imagens de obras para publicação em livros e catálogos.
"Recebo e-mails todo dia de gente querendo entrar para a galeria", diz Tato DiLascio, dono do Invest.art, que representa artistas como Anaisa Franco e Marcela Tiboni, com obras de R$ 230 a R$ 60 mil. "A internet é mais uma possibilidade."
No ar, mas ainda longe de "bombar", a Galeria Magenta se concentra na produção de jovens ilustradores, com preços mais modestos, de R$ 9 a R$ 6.000. "Não existia mercado específico para isso", diz Fernanda Guedes, da Magenta.
"Galeria de arte não é o lugar mais acolhedor do mundo, tem toda uma aura de sofisticação em que as pessoas muitas vezes não se sentem bem", diz Guedes. "Criar esse ambiente talvez tire esse ranço do exclusivo. Na internet, o cliente pode olhar, observar sem pressão."
Sem pressão nem precisão. Se ficou mais fácil digitar o número do cartão de crédito e esperar a obra chegar pelo correio, pode ser bem mais difícil analisar um trabalho original pela tela do computador.
"Tem um tipo de obra que o colecionador precisa tatear, vivenciar em pessoa para decidir se vai comprar ou não", opina a galerista Luciana Brito. "Seria bom talvez para algumas obras mais baratas ou múltiplos."
Eduardo Leme, da galeria Leme, também prefere o mundo real. "Não sou simpático à ideia", diz. "Tem uma negociação muito mais ampla do que só chegar e apertar o "enter".
"Também tem a ver com descer do pedestal. Arte não se mistura fácil à oferta de passagens aéreas, DVDs, livros e outros itens recorrentes nos carrinhos de compra virtuais. "A gente tem arte em outro patamar", diz Ricardo Trevisan, da Casa Triângulo. "Você não entra na internet para comprar um refrigerador e uma obra de arte. O virtual é virtual, mas a gente está trabalhando na real."
Real ou virtual pouco importam para a galerista Luisa Strina, uma das primeiras a oferecer obras de seus artistas pelo site norte-americano Artnet. "Fora do Brasil, tem regras: a pessoa paga, a gente manda a obra de arte", conta. "Mas aqui as pessoas têm muito medo que a gente mande uma obra estragada, de a coisa não chegar."
Sobre a visualização on-line, Strina acredita que já é possível ter uma boa noção da qualidade do trabalho pela internet. "Tem obras das quais você não precisa ver detalhes", diz. "Cada vez mais as pessoas vão comprar trabalhos pela internet."
Ainda com certo receio, Eliana Finkelstein, da galeria Vermelho, diz que já chegou a vender obras a colecionadores que viram o trabalho pela internet, mas que já conheciam o artista em questão. De virtual, por enquanto, quer vender só os livros e múltiplos do anexo Tijuana.
No mundo só da internet, Fernanda Guedes, da Magenta, admite que "nada substitui ver a coisa ao vivo", mas adianta que é possível observar, pelo site, detalhes ampliados das ilustrações. Tato DiLascio, do Invest.art, diz que comprar on-line leva sempre a uma "surpresa bacana". "Quando chega à sua casa, vê que saiu ganhando."
Acervo do Banco Central tem tesouro em obras de arte
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Mona Lisa ganha vida em exposição high-tech
PEQUIM - Com seu sorriso enigmático, a "Mona Lisa" de Leonardo da Vinci inspira admiração há séculos. Agora, ela está preparada para responder às perguntas dos curiosos, em mandarim.Uma versão digital e interativa da renomada tela do século 16 é uma das 61 réplicas high-tech que infundem vida a obras de arte da antiguidade e da era clássica na "Exposição Mundial de Arte Clássica Interativa," aberta em Pequim no final de agosto.
São recriações de obras de grandes mestres da pintura e pintores modernos renomados, criadas por uma galeria de arte sul-coreana. O organizador da mostra, Wang Hui, comentou que foram precisos dois anos de preparativos, além de um investimento generoso, para levar as obras à China."O que é especial nesse trabalho é que é a primeira vez em que tecnologia 3D, tecnologia holográfica e tecnologia de reconhecimento de voz são mescladas em uma só exposição," disse Wang à Reuters.
Como a pintura original de Da Vinci, que está no Louvre, em Paris, a Mona Lisa digital é a atração principal da mostra. Ela acena para os visitantes e conversa com eles, que lhe fazem perguntas sobre sua idade e sua vida.
"Oi, sou a Mona Lisa. É um prazer conhecê-lo," diz a pintura em mandarim. "A Última Ceia" é outra tela de Da Vinci que ganha vida digital. Nela, Jesus conversa com os apóstolos e se move pela tela de plasma.
A exposição também inclui uma peça multimídia com réplicas em tamanho natural de estátuas antigas de deuses e deusas gregos e romanos, que se gabam de suas virtudes e beleza e fazem poses.
"Estudei belas-artes na faculdade. Nos estúdios, as obras estão paradas, mas aqui elas estão vivas e se movem. É surpreendente" comentou um visitante, Zhao Yuanzhi.
Ao mesmo tempo em que procura mostrar a arte através de um novo prismas, a exposição tenta responder a uma das perguntas mais perenes do mundo: o que há por trás do sorriso da Mona Lisa. Quando a pergunta lhe é feita, o retrato digital é programado a falar sobre como Mona Lisa engravidou após a morte de um filho, tecendo comentários sobre as dores e as alegrias de sua vida.
Ela também reconhece que muitas pessoas acham seu sorriso misterioso.
Fonte: UNITED PHOTO PRESS
sábado, 29 de agosto de 2009
Para refletir...
- Apenas 13% dos brasileiros freqüentam cinema pelo menos uma vez por ano
- 92% nunca entraram num museu
- 93,4% jamais frequentaram uma exposição de arte
- 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança, embora 28,8% saiam para dançar regularmente
- 90% dos municípios brasileiros não possuem pelo menos um desses equipamentos: salas de cinema, teatro, museu ou espaços culturais multiuso
- 600 municípios brasileiros não possuem qualquer tipo de biblioteca (405 deles ficam no Nordeste e apenas 2 no Sudeste)
- 1,8 livro per capita/ano é a média de leitura do brasileiro (contra 2,4 na Colômbia e 7 na França)
- 25 reais é o preço médio do livro de leitura corrente no país
- 56,7% da população ocupada na área de cultura não têm carteira assinada
Fonte: IBGE
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Curso de Gravura
Rua Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema - Fortaleza - Ceará - Brasil
Unifor Plástica
Unifor plástica: em sua décima quinta edição, evento tem como propósito acolher produções significativas das artes plásticas e visuais, com assuntos livres, nas categorias de pintura, desenho, gravura, fotografia e esculturaA Unifor Plástica divulgou a relação dos artistas e obras selecionados para compor sua 15ª edição, que será realizada de 15 de setembro a 13 de dezembro
Um dos principais salões de artes do Nordeste, a Unifor Plástica divulgou a lista dos artistas que irão participar da edição desse ano. Dos cerca de 320 trabalhos inscritos, foram selecionadas 148 obras, distribuídas nas seguintes categorias: 18 desenhos, 26 fotografias, 20 gravuras, 62 pinturas e 22 esculturas. Mais informações sobre os artistas e as produções selecionadas podem ser encontradas e acessadas no site da Universidade de Fortaleza (www.unifor.br).
Dos trabalhos contemplados serão escolhidos um participante de cada categoria pela comissão de premiação. O prêmio é uma passagem aérea para a Bienal de Veneza, um dos eventos mais importantes do campo das artes plásticas, além de uma ajuda de custo, no valor de R$ 3 mil reais.
O resultado dos primeiros colocados em cada categoria só será divulgado no dia 15 de setembro, durante a abertura da exposição, que ocorrerá no Espaço Cultural da Universidade de Fortaleza (Unifor).
A exposição, que ficará em cartaz até13 de dezembro, tem como uma de suas finalidades acolher trabalhos representativos das artes plásticas e visuais, com temáticas livres, nos campos da pintura, desenho, escultura, gravura e fotografia.
Segundo Max Perlingeiro, em entrevista concedida ao Caderno 3 durante o período de divulgação das inscrições para o salão, pelo ponto de vista da História da Arte, até o século XIX, o que impulsionava a produção artística era a participação das obras nos chamados salões das artes.
Com a passagem dos anos, na ausência desses eventos oficiais, as inúmeras instituições desenvolveram várias iniciativas para fomentar e difundir as artes no Brasil.
"A Unifor Plástica, da Fundação Edson Queiroz, é um exemplo disso. Hoje, ela é tida como uma das atividades de estímulo às artes mais importantes do País, responsável, inclusive, pelo reconhecimento e a introdução de diversos artistas brasileiros, principalmente do Ceará, no mercado nacional das artes", ressalta Perlingeiro.
Novidades
Buscando sempre estar atualizada às questões e tendências que surgem no mundo das artes, a Unifor Plástica 2009 oferece ao público uma programação paralela bem diversificada.
Uma das atividades previstas é o Seminário "Quem tem Medo da Arte Contemporânea?". A programação será ministrada pelo artista e crítico de arte carioca Fernando Cocchiarale, em um curso de dois dias.
Resultado de quatro aulas realizadas pelo crítico em julho de 2003, na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), em Recife, o seminário apresentará um tom coloquial e um didatismo aberto às pessoas das mais diferentes formações, com graus de conhecimentos diversos sobre a produção contemporânea.
Além disso, pretende servir como uma breve introdução às questões mais candentes e polêmicas que giram em torno da arte atual.
Contudo, o seminário, que será realizado durante a XV Unifor Plástica, apresentará uma série de atualizações referentes às já abordadas na ocasião anterior. Uma vez que o artista contemporâneo está sempre nos surpreendendo e nos convocando para um jogo onde as regras não são lineares, mas desdobradas em redes de relações possíveis ou não de serem estabelecidas. Tendo a subjetividade exposta ao "agora".
Outra novidade anunciada é a implantação, pela primeira vez, de uma sala especial cujo objetivo é ampliar o conhecimento dos visitantes sobre a Arte Moderna no Brasil.
"A sala possui um total de aproximadamente 60 trabalhos de grandes artistas brasileiros, que compõem o acervo particular da Universidade de Fortaleza, que agora será aberto ao público. São eles: Lasar Segall, Anita Malfatti, Adriana Varejão, Almicar de Castro, Di Cavalcanti, Leonilson, Beatriz Milhazes, entre outros", destacou Max Perlingeiro.
Histórico
Na edição anterior, ocorrida em 2007, a mostra, que tem caráter bienal, reuniu um total de 184 trabalhos de 112 artistas, oriundos de estados como Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. As produções tinham grande riqueza plástica e estética, que também se faz presente na edição atual.
Veja a relação completa dos artistas selecionados em: http://www.unifor.br/notitia/file/3245.pdf
Mona Lisa ganha vida em exposição de arte high-tech

PEQUIM (Reuters Life!) - Com seu sorriso enigmático, a "Mona Lisa" de Leonardo da Vinci inspira admiração e especulação há séculos. Agora ela está preparada para responder às perguntas dos curiosos -em mandarim.
Uma versão digital e interativa da renomada tela do século 16 é uma das 61 réplicas high-tech que infundem vida a obras de arte da antiguidade e da era clássica na "Exposição Mundial de Arte Clássica Interativa," aberta em Pequim na semana passada.
São recriações de obras de grandes mestres da pintura e pintores modernos renomados, criadas por uma galeria de arte sul-coreana. O organizador da mostra, Wang Hui, comentou que foram precisos dois anos de preparativos, além de um investimento de vulto, para levar as obras à China.
"O que é especial nesse trabalho é que é a primeira vez em que tecnologia 3D, tecnologia holográfica e tecnologia de reconhecimento de voz são mescladas em uma só exposição," disse Wang à Reuters.
Como a pintura original de Da Vinci, que está no Louvre, em Paris, a Mona Lisa digital é a atração principal da mostra. Ela acena para os visitantes e conversa com eles, que lhe fazem perguntas sobre sua idade e sua vida.
"Alô, sou a Mona Lisa. É um prazer conhecê-lo," diz ela em mandarim.
"A Última Ceia" é outra tela de Da Vinci que ganha vida digital. Nela, Jesus conversa com os apóstolos e se move pela tela de plasma.
A exposição também inclui uma peça multimídia com réplicas em tamanho natural de estátuas antigas de deuses e deusas gregos e romanos, que se gabam de suas virtudes e beleza e fazem poses.
"Estudei belas-artes na faculdade. Nos estúdios, as obras estão paradas, mas aqui elas estão vivas e se movem. É surpreendente e vívido," comentou um visitante, Zhao Yuanzhi.
Ao mesmo tempo em que procura mostrar a arte sob uma luz nova, a exposição tenta responder a uma das perguntas mais perenes do mundo: o que há por trás do sorriso da Mona Lisa.
Quando a pergunta lhe é feita, o retrato digital é programado a falar sobre como Mona Lisa engravidou após a morte de um filho, tecendo comentários sobre as dores e as alegrias de sua vida.
Ela também reconhece que muitas pessoas acham seu sorriso misterioso.
http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/08/27/mona-lisa-ganha-vida-em-exposicao-de-arte-high-tech-767343188.asp
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Burle Marx, 100 anos...


Esse jardim foi reformado no início do século seguinte e se tornou um dos mais importantes centros de pesquisa em botânica da Europa. Foi lá, a mais de 10.000 km de sua casa no Rio de Janeiro, que o rapaz de 19 anos notou pela primeira vez a beleza das plantas tropicais e da flora brasileira.
De volta ao Brasil, ele continuou seus estudos na Escola de Belas Artes, no Rio. Os jardins planejados por Burle Marx eram comparados a pinturas abstratas, alguns bem curvilíneos, outros de linhas retas, usando plantas nativas brasileiras para criar blocos de cor.
Além de paisagista de renome internacional, ele também foi um pintor notável, escultor, tapeceiro, ceramista e designer de jóias.
Seu primeiro projeto paisagístico foi o jardim de uma casa desenhada pelos arquitetos Lucio Costa (que projetou Brasília) e Gregory Warchavchik, in 1932. Dali em diante não parou mais de projetar paisagens, pintar e desenhar.
Em 1949, Burle Marx comprou uma área de 365.000 m2 em Barra de Guaratiba, no litoral do Rio de Janeiro. Ali começou a organziar sua enorme coleção de plantas. Em 1985 ele doou a propriedade à Fundação Pró-Memória Nacional, entidade cultural do governo federal que atualmente se chama Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Hoje em dia pode-se encontrar um jardim ou uma estufa projetados por Burle Marx em várias partes do mundo, como em Longwood Gardens (Filadélfia), na Universidade da Califórnia, na cobertura da sede de um banco paulista, no aterro do Flamengo (Rio de Janeiro), em Caracas (Venezuela).
Mesmo sem ter uma educação formal em arquitetura paisagística, o aprendizado de Burle Marx na pintura influenciou a criação de seus jardins. Ele aceitava, embora de forma relutante, que "pintava" com as plantas. Mas seu trabalho não pode ser reduzido ao efeito pictórico e visual produzido por suas paisagens. Marx se autodefinia como um artista de jardins.
Conhecido por sua preocupação ambiental e pela preocupação com a preservação da flora brasileira, ele inovou ao usar plantas nativas do Brasil em suas criações e isso se tornou sua característica marcante. Foi ele quem valorizou as bromélias, por exemplo, e tornou-as populares: hoje essas plantas naturais da Mata Atlântica se tornaram conhecidas e são cultivadas em viveiros para serem vendidas. O "estilo Burle Marx" tornou-se sinônimo de paisagismo brasileiro no mundo.
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u645.jhtm





